Nutrição e saúde

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O amor pela nutrição é um ideal para todos nós da Riomédica.
Somos a conexão responsável por promover saúde e bem-estar entre a indústria de nutrição especializada, profissionais e clientes, com foco na conscientização sobre a importância da terapia nutricional e da correta utilização de dietas enterais e suplementos nutricionais.
Buscamos ser referência em nutrição e saúde em todo o Brasil, oferecendo serviços e produtos de excelência e soluções que permitam potencializar a qualidade de vida e bem-estar de nossos clientes.

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A Doença de Alzheimer (DA) é um transtorno neurodegenerativo progressivo e fatal que afeta o cérebro e causa a morte de neurônios que se manifesta pela deterioração cognitiva e da memória, comprometimento progressivo das atividades de vida diária e uma variedade de sintomas neuropsiquiátricos e de alterações comportamentais. 

A causa ainda é desconhecida, mas acredita-se que seja geneticamente determinada. A Doença de Alzheimer é a forma mais comum de demência neurodegenerativa em pessoas de idade, sendo responsável por mais da metade dos casos de demência nessa população.

Alguns sinais que podem indicar que uma pessoa tem o mal de Alzheimer como: perda de memória, perda de orientação no tempo e espaço, mudanças repentinas de humor, depressão, falta de discernimento.

O quadro clínico costuma ser dividido em quatro estágios:
•	Estágio 1 (forma inicial): alterações na memória, na personalidade e nas habilidades visuais e espaciais.
•	Estágio 2 (forma moderada): dificuldade para falar, realizar tarefas simples e coordenar movimentos. Agitação e insônia.
•	Estágio 3 (forma grave): resistência à execução de tarefas diárias. Incontinência urinária e fecal. Dificuldade para comer. Deficiência motora progressiva.
•	Estágio 4 (terminal): restrição ao leito. Mutismo. Dor à deglutição. Infecções intercorrentes.

O diagnóstico do Alzheimer no paciente que apresenta problemas de memória é baseado na identificação das modificações cognitivas específicas. Exames físicos e neurológicos cuidadosos acompanhados de avaliação do estado mental para identificar os déficits de memória, de linguagem, além de visoespaciais, que é a percepção de espaço.
Vale ressaltar mais uma vez que o diagnóstico precoce, o tratamento adequado e em tempo oportuno é fundamental para possibilitar o alívio dos sintomas e a estabilização ou retardo da progressão da doença.

RIOMÉDICA
www.gruporiomedica.com.br
(17) 3234-3460
(17) 99701-5459
A Doença de Alzheimer (DA) é um transtorno neurodegenerativo progressivo e fatal que afeta o cérebro e causa a morte de neurônios que se manifesta pela deterioração cognitiva e da memória, comprometimento progressivo das atividades de vida diária e uma variedade de sintomas neuropsiquiátricos e de alterações comportamentais. A causa ainda é desconhecida, mas acredita-se que seja geneticamente determinada. A Doença de Alzheimer é a forma mais comum de demência neurodegenerativa em pessoas de idade, sendo responsável por mais da metade dos casos de demência nessa população. Alguns sinais que podem indicar que uma pessoa tem o mal de Alzheimer como: perda de memória, perda de orientação no tempo e espaço, mudanças repentinas de humor, depressão, falta de discernimento. O quadro clínico costuma ser dividido em quatro estágios: • Estágio 1 (forma inicial): alterações na memória, na personalidade e nas habilidades visuais e espaciais. • Estágio 2 (forma moderada): dificuldade para falar, realizar tarefas simples e coordenar movimentos. Agitação e insônia. • Estágio 3 (forma grave): resistência à execução de tarefas diárias. Incontinência urinária e fecal. Dificuldade para comer. Deficiência motora progressiva. • Estágio 4 (terminal): restrição ao leito. Mutismo. Dor à deglutição. Infecções intercorrentes. O diagnóstico do Alzheimer no paciente que apresenta problemas de memória é baseado na identificação das modificações cognitivas específicas. Exames físicos e neurológicos cuidadosos acompanhados de avaliação do estado mental para identificar os déficits de memória, de linguagem, além de visoespaciais, que é a percepção de espaço. Vale ressaltar mais uma vez que o diagnóstico precoce, o tratamento adequado e em tempo oportuno é fundamental para possibilitar o alívio dos sintomas e a estabilização ou retardo da progressão da doença. RIOMÉDICA www.gruporiomedica.com.br (17) 3234-3460 (17) 99701-5459
A doença ou mau de Parkinson é causada pela destruição de neurônios, na área conhecida como substância negra. Essa região é responsável pela produção do neurotransmissor dopamina. Dentre as várias funções da dopamina está o controle dos movimentos corporais.

Confira alguns mitos e erdades sobre a Doença de Parkinson:

 “É uma doença da 3ª Idade”
Mito - A doença de Parkinson surge normalmente em pessoas com idade superior a 65 anos. Em Portugal existem entre 18 a 20 mil de doentes diagnosticados com Parkinson, sendo que se estima que cerca de 10% seja de inicio precoce, ou seja, antes dos 60.

 “Fazer uma intervenção em equipa multidisciplinar melhora a qualidade de vida de Doentes de Parkinson “
Verdade - Vários são os testemunhos de pessoas que, ao descobrir que sofriam de doença de Parkinson, procuraram a ajuda de uma equipa especializada e relatam a manutenção da sua qualidade de vida. 

 “A Doença de Parkinson tem cura”
Mito - Infelizmente não há cura. Existem várias opções de tratamento que atenuam os sintomas e permitem uma melhor qualidade de vida, entre elas a medicação e a intervenção em Terapias.

“Ter doença de Parkinson aumenta o risco de quedas”
Verdade - estudos defende que é necessário uma intervenção precoce em fisioterapia, a fim de travar o agravamento deste risco.

“A Pessoa com Doença de Parkinson não consegue trabalhar”
Mito - Com um acompanhamento em fases iniciais é possível a pessoa manter a sua autonomia no dia-a-dia.

“A Doença de Parkinson evoluirá para Demência”
Mito - O fato de ter Doença de Parkinson não predispõe maior probabilidade de ter Demência, a demência surge habitualmente numa fase avançada da Doença de Parkinson ou nas pessoas que desenvolvem Parkinson numa fase tardia da vida.

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A doença ou mau de Parkinson é causada pela destruição de neurônios, na área conhecida como substância negra. Essa região é responsável pela produção do neurotransmissor dopamina. Dentre as várias funções da dopamina está o controle dos movimentos corporais. Confira alguns mitos e erdades sobre a Doença de Parkinson: “É uma doença da 3ª Idade” Mito - A doença de Parkinson surge normalmente em pessoas com idade superior a 65 anos. Em Portugal existem entre 18 a 20 mil de doentes diagnosticados com Parkinson, sendo que se estima que cerca de 10% seja de inicio precoce, ou seja, antes dos 60. “Fazer uma intervenção em equipa multidisciplinar melhora a qualidade de vida de Doentes de Parkinson “ Verdade - Vários são os testemunhos de pessoas que, ao descobrir que sofriam de doença de Parkinson, procuraram a ajuda de uma equipa especializada e relatam a manutenção da sua qualidade de vida. “A Doença de Parkinson tem cura” Mito - Infelizmente não há cura. Existem várias opções de tratamento que atenuam os sintomas e permitem uma melhor qualidade de vida, entre elas a medicação e a intervenção em Terapias. “Ter doença de Parkinson aumenta o risco de quedas” Verdade - estudos defende que é necessário uma intervenção precoce em fisioterapia, a fim de travar o agravamento deste risco. “A Pessoa com Doença de Parkinson não consegue trabalhar” Mito - Com um acompanhamento em fases iniciais é possível a pessoa manter a sua autonomia no dia-a-dia. “A Doença de Parkinson evoluirá para Demência” Mito - O fato de ter Doença de Parkinson não predispõe maior probabilidade de ter Demência, a demência surge habitualmente numa fase avançada da Doença de Parkinson ou nas pessoas que desenvolvem Parkinson numa fase tardia da vida. RIOMÉDICA www.gruporiomedica.com.br (17) 3234-3460 (17) 99701-5459